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sábado, 21 de fevereiro de 2015

A Fábrica da Western Electric em 1940

Caros amigos leitores,

Encontrei hoje no Youtube um vídeo interessantíssimo, que não apenas explica o funcionamento básico das válvulas, como também nos fornece uma oportunidade única de conhecer o processo fabril das válvulas dentro de uma fábrica da Western Electric na década de 1940.

Vale muito a pena assistir!!


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Celebridades e Valvulados Vintage

Pensei em escrever um post sobre alguns dos amplificadores usados por celebridades da música ou até mesmo em eventos famosos. Muitas pessoas se interessam por este tipo de estória (eu inclusive!!) e como já andei dando uma boa pesquisada sobre o assunto, achei interessante falar um pouco sobre isso.

Beatles

Vou começar pelos Beatles. Durante a masterização de seus álbuns, comumente utilizavam como monitores as caixas ALTEC 612A, que na época, eram a caixa padrão para uso em estúdio.

Beatles a as ALTEC 612A

No Brasil, estas caixas com os drivers ALTEC 604 ou 605 são extremamente raras. Só tenho notícia de dois pares delas por aqui (um par meu e outro de um amigo). Se alguém souber se alguém mais que tenha as 612A por aqui, gostaria de saber!!

Meu par de 612A

Além das ALTEC, Paul McCartney também usava os QUAD II em suas audições. Veja a referência aqui. Uma excelente leitura para quem se interessar pelos equipamentos de áudio usados pelos Beatles é este livro.

Beach Boys

Brian Wilson dos Beach Boys usou um MC240 para masterizar o álbum Pet Sounds em 1966, um dos álbuns mais famosos da história do Rock & Roll.

Para nossa sorte, esse momento foi capturado em foto! 

Brian Wilson e seu MC240

Grateful Dead

Grateful dead também usava os MC240 em conjunto com as caixas ALTEC VOT (Voice of the Theater):

“I thought this information from Phil Lesh’s new book “Searching for the Sound” would be of interest to Grateful Dead and McIntosh enthusiasts. This excerpt describes their Los Angeles housing in 1966. Per Phil Lesh:
“The equipment was set up in the living room: the ‘lead sled’ of Mac amps (four McIntosh 240 stereo tube amps running mono, one for each electric instrument – two guitars, bass, and keyboard – bolted onto a single sheet of two-inch plywood), the Altec “Voice of the Theater” speakers (huge woofer and horn combo speakers, four in all, one for each amp), and all the drums and instruments. The volume level of this gear was enough to bulge out the sides of the house when we cranked it.”" Fonte

Além disso, Grateful Dead também usou 48 amplificadores McIntosh MC2300 para criar sua famosa 'Wall of Sound' com 28.800 Watts de potência, além de usar caixas da JBL e tweeters da Electrovoice.

Wall of Sound com os Mcintosh ao fundo


Steve Hoffman

Steve Hoffman, famoso por suas masterizações audiófilas, também utilizava o MC240 como seu amplificador preferido em suas masterizações. Fonte
Steve é um grande fã dos McIntosh e usa também como pré um C20 vintage, o qual ele elogia inúmeras vezes nos posts em seu fórum. Fonte


Woodstock

Para o festival de Woodstock em 1969, foram utilizados os maiores valvulados McIntosh já feitos para amplificação: os MI-350. Fonte

Felizmente a montagem também foi fotografada e é fácil ver os enormes amplificadores nas fotos.

Os MI-350 em Woodstock


Pessoal, por enquanto é isso! E se souberem de mais celebridades usando Valvulados Vintage, me avisem!


terça-feira, 22 de abril de 2014

Restauração dos famosos QUAD II

Olá pessoal!

Dessa vez apareceram por aqui alguns Quad II para restauração. Esses valvulados ficaram famosos por sua sonoridade (muitos consideram os Quad como aparelhos a frente de seu tempo), e também pelo largo uso pela BBC de Londres e por Paul McCartney dos Beatles. Serão restaurados 3 pares, cada um com diferentes requisitos de restauração, de acordo com o estado e a avaliação de cada um deles. Um dos pares já passou por um grande processo de modificação, tendo tido sua estética totalmente modificada para se parecer com a reedição lançada alguns anos atrás. Os outros dois pares (uma versão americana 120V e outro britânico 220V) estavam com muitos componentes nacionais de baixa qualidade, de um restauração feita provavelmente 30 anos atrás.
A maior parte dos componentes estava fora das tolerâncias máximas aceitáveis.

Segue uma foto dos aparelhos antes da restauração e em seguida um breve resumo do que foi feito em cada par.

 Amplificadores antes da restauração

Quads Dourados

Este par foi completamente modificado. Cosmeticamente, o chassi foi cromado e os transformadores foram recobertos com um adesivo dourado (que estava se soltando). As nameplates originais em acrílico foram substituídas por outras customizadas em aço. Além disso, toda fiação interna foi refeita e o chassi foi cortado para acomodar conectores modernos, em substituição aos conectores Jones (uma modificação extremamente comum nos Quad devido à falta de praticidade para conexão com outros componentes mais modernos). Um monobloco estava completo enquanto o outro estava com algumas válvulas faltantes, sendo que nenhum dos dois funcionava.

A primeira decisão que teve de ser tomada foi quanto à restauração. Usualmente só faço restaurações que tragam os aparelhos ao estado 100% original. No entanto, não era economicamente viável fazer isso com este par. Seria necessário adquirir novos chassis originais de época, duas nameplates originais com serial próximos (e ainda assim seria impossível achar as originais com os seriais corretos dos aparelhos), conectores NOS, dois chicotes internos de fiação...enfim, muita coisa. A maiorias desses componentes pode ser encontrado no ebay, mas o custo seria muito alto. Além disso, o visual mais ‘moderno’ não ficou ruim. Portanto, a decisão foi de remover os adesivos dourados e repintar todos os transformadores. O chassi seria apenas lustrado com uma cera importado para restaurar o brilho do cromo.Toda eletrônica seria refeita e conferida para garantir que o amplificador atenderia ou superaria as especificações originais.

Foi necessário desmontar todo o amplificador, remover todos adesivos dourados, remover a tinta antiga e o primer, e iniciar o processo de repintura. Para isso, foi necessária aplicação de um rust converter (com base de ácido tânico) para eliminar toda ferrugem (comum nos Quads devido a problemas na qualidade do primer usado durante a fabricação), aplicar um novo primer (com óxido de chumbo) e depois pintar. Ufa, que trabalhão! Mas o resultado me deixou orgulhoso do trabalho feito :)



O adesivo dourado que colaram nos transformadores estava se soltando

Adesivos dourados removidos


Pintura antiga sendo removida

Tratamento dos transformadores com rust converter

Transformador de força já pintado e instalado


Chassi cromado foi todo tratado com  Meguiars Metal Polysh (usada em restaurações de carros antigos)


A eletrônica teve de ser refeita: resistores de carvão já estavam fora de tolerância, alguns componentes haviam sido substituídos por outros nacionais  (como os famigerados capacitores CHERRY que apresentam alta corrente de fuga após algum tempo de uso). Além disso, uma modificação inadequada foi feita para se conectar um pré externo (as conexões para o pré Quad 22 foram removidas e totalmente modificadas). Infelizmente, esta modificação foi feita com capacitores cuja tensão de operação era muito baixa, e acabaram estourando dentro do aparelho. Tudo teve de ser refeito e conferido! Mas valeu a pena, os aparelhos ficaram fantásticos e com um visual mais moderno e conexões mais práticas.


Aparelho terminado!

Quads 220v

Este par de Quads são os originais britânicos, que eram vendidos na tensão de 220v. Este é um par bem antigo, pois ainda pertence aos números de série mais baixos que eram vendidos para um setup mono (caracterizados pelos bornes de caixa não polarizados e o porta fusível sem proteção externa). Para este par, seria feita apenas a restauração eletrônica, através da troca dos resistores de carvão, instalação de novos capacitores de acoplamento (NOS) e troca dos capacitores de fonte (que não eram originais).Um par de capacitores de fonte originais foi importado para se manter a originalidade quase absoluta dos aparelhos. Válvulas NOS foram instaladas (Miniwatt Heerlen EF86, Lorenz GZ32, 6L6 Coin Base) e o resultado foi surpreendente! Sempre me emociono ao trazer de volta a vida estes aparelhos e poder ouvi-los tocar novamente.

Quads 120v

Este par também passaria apenas por uma restauração eletrônica, mas neste caso, não foi necessária a importação dos eletrolíticos da fonte, que ainda eram originais e estavam em ótimo estado. Foi feita apenas a troca dos resistores, capacitores de acoplamento, e instalação de válvulas NOS. O estado da pintura não era perfeito, mas prefiro sempre manter o original dentro do possível. Marcas de uso fazem parte de um amplificador de mais de 50 anos, não é mesmo?! Este par quando terminado, também tocou lindamente. Sempre ouço os aparelhos que restauro por, pelo menos, 4 horas depois de terminado o trabalho, para garantir que tudo está em ordem. 


Um grande número de componentes teve de ser trocado destes amplificadores! Muitos capacitores CHERRY, eletrolíticos nacionais, resistores de carvão fora de tolerância...


Componentes trocados dos amplificadores

Aparelhos após restauração (algumas válvulas haviam sido removidas para transporte dos aparelhos)



Fico muito feliz em saber que pude trazer de volta ao uso estes lindos aparelhos. Não sei bem porque, mas sinto uma conexão forte com os Quad. Talvez pelo design, pela tradição, pela sonoridade, pelo projeto simplista...

Estou com um número muito grande de equipamentos para restaurar, mas creio que os próximos serão um trio de McIntosh MC30 que já estão com a restauração atrasada! Dois destes amplificadores (fabricados em 1962) formam um par estéreo, enquanto o outro single (fabricado em 1956 - aquela versão rara sem a logo cromada) é usado em um setup mono com uma caixa de cinema, exclusivamente para se ouvir vinil (78rpm inclusive!), ligado a um pré também raro aqui no Brasil, o McIntosh C8 (falando nele, também estou com dois destes prés na fila para restauração...).

Abraço a todos!



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Toca-discos Garrard 401

    Mais uma raridade que apareceu por aqui!

    Desta vez foi um Garrard 401, que estava com muitos problemas. A base não estava pintada, não tinha braço nem cápsula, o motor não rodava, e o eixo do prato estava empenado. É uma pena ver um excelente toca-discos como este neste estado. Algo tinha que ser feito!
 
    Primeiramente, todo o toca-discos foi revisado. Completamente desmontado, tudo foi limpo e lubrificado. O motor voltou a funcionar perfeitamente, porém, o controle de velocidade não funcionava. Os Garrard antigos (301, 401...) utilizam um sistema de freio magnético para controle da velocidade: o ímã estava fraco e teve de ser trocado. Pronto! O toca discos funciona perfeitamente agora.

    Em seguida, a base foi pintada e uma nova tampa em acrílico transparente foi cortada a laser. O braço escolhido para uso neste toca-discos foi um Ortofon 212, encomendado dos EUA. A cápsula escolhida foi a Ortofon SPU GT, para que não fosse necessário o uso de um pré com entrada moving coil.

   Só faltavam agora os ajustes do braço... e é nesta fase que foi tirada a foto que vemos abaixo. Dá até pra ver a balança digital de precisão próxima ao aparelho.




    Por fim tudo foi testado e... uhu! Mais um aparelho pronto para devolução. Tudo funcionava a contento e a sonoridade... só mesmo ouvindo um Garrard destes para entender!




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

JBL 4350

    Esta é uma caixa que todo audiófilo sério deveria ouvir na vida! As JBL 4350 foram largamente empregadas em estúdio e possuem uma sonoridade ímpar.
    Fui chamado para analisar um par destas caixas cuja sonoridade não estava atingindo as expectativas, mesmo com um conjunto de amplificadores e prés valvulados de enorme qualidade. Isso me indicava que talvez existisse um problema no crossover ou em um dos falantes e drivers, e tudo deveria ser analisado.
    Nestes casos, o que usualmente faço, é testar cada um dos drivers e falantes com um analisador Thiele-Small, como o DATS. Além disso, sempre faço uma análise mecânica dos alto-falantes, e testo a resposta dos crossovers com um analisador de áudio, como o Agilent 8903B. Para caixas JBL, existe um segredo que muitos não sabem: a JBL alterava continuamente ao longo dos anos seu padrão de polaridade dos falantes, e isso precisa ser verificado para confirmar que um desavisado não ligou incorretamente algum driver. Por fim, costumo fazer uma análise em tempo real com um RTA e microfone omnidirecional para me certificar que tudo funciona. Algumas raras vezes, é necessário desmontar os drivers para garantir que diafragmas e componentes são originais.


   Como a foto ilustra, toda a caixa foi desmontada e verificada. Os crossovers estavam OK, todos falantes e drivers em perfeito estado, e o estado geral da caixa era muito bom... mas havia um problema! Como era de se esperar, alguém havia desmontado estas caixas anteriormente e não sabia que alguns dos drivers usados pela JBL possuem polaridade reversa. Resultado: os falantes estavam conectados de maneira incorreta em ambas as caixas. É claro que a sonoridade iria deixar a desejar devido a problemas de fase.

    Tudo reconectado de maneira correta e... as caixas tocaram lindamente! Mais um par de raridades reparadas e prontas para serem apreciadas.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

EV Electro-Voice 12TRXB e as Caixas Aristocrat

    Esses dias recebi um par de drivers EV 12TRXB, vindos de uma caixa Aristocrat. Essas caixas tocam lindamente com valvulados, mas no caso dos drivers que recebi, não tocavam nada... um dos tweeters destes drivers coaxiais estava com problemas (o tweeter dos falantes 12TRXB nada mais é que um T35).

    Entrei em contato com alguns conhecidos nos EUA (falei inclusive com Bob Crites) e recebi a triste notícia de que seria 'impossível' desmontar este falante e tentar reparar o tweeter. Adoro quando me dizem que algo é impossível, pois é o que me motiva a conseguir fazer o trabalho!!

   Primeiro, com muita paciência desmontei do driver sem danificar o cone ou qualquer componente, e removi o tweeter. Esse driver usa diafragma de 16ohms.
Segundo o Bob, centralizar o reparo será impossível! Mas novamente, adoro um desafio!

   Já encomendei os reparos e o falante está guardado esperando as peças para continuarmos a saga! Nunca vi na web fotos deste falante sendo desmontado, portanto, posto abaixo fotos para referência futura de algum outro corajoso que queira se aventurar em reparo parecido.







quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

QUAD II no lixo!

    Estive pensando um pouco a respeito do que postar nos próximos dias e resolvi começar a postar restaurações e alguns trabalhos que tenho feito ultimamente.

    Minha intenção é postar muitas fotos e tentar incentivar aqueles que nos acompanham a restaurar seus itens vintage. Infelizmente, no Brasil, não temos uma cultura vintage como lá fora (Japão, Europa). Temos algumas raridades por aqui, porém, devido à falta de cuidado e desconhecimento de muitos, a maioria destas raridades acabam se perdendo e indo parar no lixo.

    Um conhecido meu encontrou 4 amplificadores valvulados Quad II com um catador de sucata, prontos para serem vendidos no quilo pelo metal, aqui em Belo Horizonte. Por sorte, conseguiu salvá-los! Mas nem sempre este é o destino de grande parte destas raridades vintage. Já vi há algum tempo falantes ALTEC serem descartados por necessitarem de um cone original novo... cone este que pode ser facilmente obtido.


    Então, pessoal, mãos à obra!!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Foto de nosso atual sistema valvulado vintage

Espero que gostem!



Regence Audio Valvulados - www.regenceaudio.com

Porque usar um sistema Hi-End vintage valvulado?

Uma pergunta com a qual frequentemente nos deparamos é: 'Porque usar um sistema Hi-End vintage valvulado?'

Em nossa opinião, o conceito, projeto e construção de equipamentos de áudio modernos e vintage são absurdamente diferentes.
Vamos começar falando a respeito da vida e do cotidiano dos anos 40 e 50, o início da era Hi-Fi. Nesta época, a vida cultural relacionada a música consistia basicamente em concertos ao vivo, e o uso de amplificadores e sistemas de processamento de sinais praticamente inexistia. Neste período, o que se ouvia eram os músicos e seus instrumentos, sem qualquer outra variável que pudesse interferir naquilo que era ouvido em uma performance ao vivo. Além disso, a ida a concertos era frequente, e como consequência, as pessoas treinavam seus ouvidos à sonoridade da música em seu estado natural.

Nesta época, não se dispunha de sistemas e equipamentos de teste automáticos como se dispõe hoje. Não era possível medir deterministicamente e com grande precisão valores de distorção harmônica e energia espectral, além de inexistir a teoria de Thiele-Small para caracterização e projeto de caixas acústicas e alto-falantes (a qual só surgiria em 1961).  Não era possível projetar e testar um sistema Hi-End por completo em bancada, utilizando-se instrumentos de medição, como hoje é feito. Era preciso usar algo diferente para se testar os amplificadores, prés e caixas acústicas...

E o que usar então, já que inexistiam sistemas de teste e teorias modernas que suportassem as medições e o projeto destes equipamentos Hi-End vintage valvulados?

A resposta é muito simples: tinham de usar os ouvidos. E faz sentido, afinal, este era o melhor equipamento de medição disponível! Mas não apenas isso... era exatamente com este instrumento que o cliente e usuário dos equipamentos Hi-End também mediria a qualidade da música sendo reproduzida.

Saul Marantz (MARANTZ) era grande adepto desta metodologia. Durantes seus primeiros desenvolvimentos valvulados, todos os equipamentos eram projetados utilizando uma ferramenta excepcional de medição: seus ouvidos! Ouvidos treinados e acostumados à vida cultural da época, com frequentes idas a concertos ao vivo. E seus clientes e usuários não eram diferentes: também já estavam com seus ouvidos treinados e bem acostumados ao som ao vivo, e esperavam ter a mesma sensação ao ouvir uma gravação em suas salas. Saul e inúmeros outros projetistas da época sabiam disso.

Na Regence Áudio, acreditamos que sistemas vintage valvulados possuem uma sonoridade muito característica e admirável. A dinâmica dos sistemas impressiona quem ouve e a explicação e esta: Estes aparelhos foram projetados tendo um único objetivo: reproduzir fielmente a música ao vivo.

Acreditamos que equipamentos de teste devam e precisam ser usados durante o projeto, é claro! Mas só isso não basta para se obter a perfeição na arte de projeto de equipamentos hi-end. Medições objetivas devem servir de suporte , a fim de se obter uma correlação entre aquilo que é medido e aquilo que é ouvido.

Abaixo, uma pequena parte de um texto publicado pela Stereophile em 2012 :

"The best vintage gear offers an abundance of musically agreeable qualities that are missing from even the best contemporary gear".

O artigo 'Top 5 Tube Amps' também traz comentários a respeito das qualidades dos sistemas vintage:

"Although modern amplifiers have a host of great features, many listeners feel these products cannot offer the same great sound quality as those from past decades. In particular, products designed from the late 1960s through the '80s are considered to be some of the finest pieces of electronics, and they are sought for their superior sound quality and overall construction. "

BEM VINDOS!

Estou criando este blog para ter um espaço onde posso descrever, elogiar e até criticar alguns equipamentos vintage valvulados com os quais temos contato diário! 

Como hobby, já há alguns anos trabalho restaurando estes aparelhos. Sempre senti que me faltava um espaço para postar fotos e dicas de algumas raridades que aparecem por aqui... pois agora não falta mais este espaço!

Sejam bem vindos ao blog Valvulados Vintage da Regence Audio